Aula do quinto ano C, professora Kelly com músicas de temas ambientais e sociais. Estudo e análise da letra, melodia e clipe.
Escola Municipal Dr. Wilson Romano Calil
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quinta-feira, 17 de setembro de 2015
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
sábado, 8 de novembro de 2014
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Lendas e Mitos do Brasil em Cordel, de Nireuda Longobardi
Você conheçe a Nireuda Longobardi?
Se não conhece você não sabe o que está perdendo. É uma escritora, poetisa, cordelista, ilustradora e xilogravurista, ou seja, uma grande artista que vale a pena conhecer o trabalho e usar seus livros na escola.
Eu tive contato com um livro dela quando fazia as oficinas de cordel no Sesc Rio Preto sobre o projeto Rio Preto Poético em parceria com a SME. Esse livro, Lendas e mitos do Brasil em Cordel foi apresentado numa oficina e eu quis um pra mim...
Recomendo o livro e também que deem uma olhada no blog dela: http://nireuda.blogspot.com.br/
Vale muito a pena.
Aqui vai um dos poemas do livro:
A lenda da mandioca
O nome dela era Mani,
índia albina e amada,
que quando jovem morreu,
e foi na oca enterrada.
Ali, nasceu uma planta
de raiz apreciada.
É na nossa culinária
chamada de mandioca.
Tem da brava e da mansa,
macaxeira, alegria da oca.
Com ela se faz o beiju,
goma, farinha, tapioca.
Se não conhece você não sabe o que está perdendo. É uma escritora, poetisa, cordelista, ilustradora e xilogravurista, ou seja, uma grande artista que vale a pena conhecer o trabalho e usar seus livros na escola.
Eu tive contato com um livro dela quando fazia as oficinas de cordel no Sesc Rio Preto sobre o projeto Rio Preto Poético em parceria com a SME. Esse livro, Lendas e mitos do Brasil em Cordel foi apresentado numa oficina e eu quis um pra mim...
Recomendo o livro e também que deem uma olhada no blog dela: http://nireuda.blogspot.com.br/
Vale muito a pena.
Aqui vai um dos poemas do livro:
A lenda da mandioca
O nome dela era Mani,
índia albina e amada,
que quando jovem morreu,
e foi na oca enterrada.
Ali, nasceu uma planta
de raiz apreciada.
É na nossa culinária
chamada de mandioca.
Tem da brava e da mansa,
macaxeira, alegria da oca.
Com ela se faz o beiju,
goma, farinha, tapioca.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Maria Vai Com As Outras
Era uma vez
uma ovelha chamada Maria. Onde as outras ovelhas iam, Maria ia também. As
ovelhas iam para baixo, Maria ia também. As ovelhas iam para cima, Maria ia
também.
Um dia, todas
as ovelhas foram para o Pólo Sul. Maria foi também. E atchim! Maria ia sempre
com as outras.
Depois todas
as ovelhas foram para o deserto. Maria foi também.
- Ai que lugar
quente! As ovelhas tiveram insolação. Maria teve insolação também. Uf! Uf! Puf!
Maria ia
sempre com as outras.
Um dia, todas
as ovelhas resolveram comer salada de jiló.
Maria
detestava jiló. Mas, como todas as ovelhas comiam jiló, Maria comia também. Que
horror!
Foi quando de
repente, Maria pensou: “Se eu não gosto de jiló, por que é que eu tenho que
comer salada de jiló?”
Maria pensou,
suspirou, mas continuou fazendo o que as outras faziam.
Até que as
ovelhas resolveram pular do alto do Corcovado pra dentro da lagoa. Todas as
ovelhas pularam.
Pulava uma
ovelha, não caía na lagoa, caía na pedra, quebrava o pé e chorava: mé! Pulava
outra ovelha, não caía na lagoa, caía na pedra e chorava: mé!
E assim quarenta duas ovelhas
pularam, quebraram o pé, chorando mé, mé, mé! Chegou a vez de Maria pular. Ela
deu uma requebrada, entrou num restaurante comeu, uma feijoada.
Agora, mé,
Maria vai para onde caminha seu pé.
Sylvia Orthof
quarta-feira, 4 de junho de 2014
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