Escola Municipal Dr. Wilson Romano Calil

Escola Municipal Dr. Wilson Romano Calil
Mostrando postagens com marcador Lendas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lendas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Lendas e Mitos do Brasil em Cordel, de Nireuda Longobardi

Você conheçe a Nireuda Longobardi?
Se não conhece você não sabe o que está perdendo. É uma escritora, poetisa, cordelista, ilustradora e xilogravurista, ou seja, uma grande artista que vale a pena conhecer o trabalho e usar seus livros na escola.

Eu tive contato com um livro dela quando fazia as oficinas de cordel no Sesc Rio Preto sobre o projeto Rio Preto Poético em parceria com a SME. Esse livro, Lendas e mitos do Brasil em Cordel foi apresentado numa oficina e eu quis um pra mim...

Recomendo o livro e também que deem uma olhada no blog dela: http://nireuda.blogspot.com.br/

Vale muito a pena.

Aqui vai um dos poemas do livro:


A lenda da mandioca

O nome dela era Mani,
índia albina e amada,
que quando jovem morreu,
e foi na oca enterrada.
Ali, nasceu uma planta
de raiz apreciada.

É na nossa culinária
chamada de mandioca.
Tem da brava e da mansa,
macaxeira, alegria da oca.
Com ela se faz o beiju,
goma, farinha, tapioca.




sexta-feira, 22 de agosto de 2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Reescrita coletiva: O Boto

O Boto


Uma bela noite de luar, uma índia bonita estava casando-se com um guerreiro desconhecido. Passando-se os anos eles tiveram um filho que era um curumim muito alegre.
Um dia a índia percebeu que seu marido tinha uma cauda de peixe embaixo da saia de penas. E a índia ficou curiosa e perguntou:
___ Que coisa estranha você usa?
Ele respondeu irritado:
___ Isso é o que falta nas pessoas que se afogam.
Foi embora e nunca mais voltou.
A bela índia chorou muito de tristeza, chorou tanto que o rio transbordou de água carregando ela e seu filho que estava em suas costas.
No dia seguinte dois índios que estavam pescando viram um boto carregando dois cadáveres para a beira do rio. O boto era o guerreiro desconhecido que carregou o corpo de sua mulher e seu filho.
E é por isso que até hoje os botos levam para a margem os corpos de quem se afoga nos rios e lagos.




Reescrita coletiva dos alunos do 5º ano C da lenda lida no livro Lendas e Mitos do Brasil de Theobaldo Miranda Santos