Você conheçe a Nireuda Longobardi?
Se não conhece você não sabe o que está perdendo. É uma escritora, poetisa, cordelista, ilustradora e xilogravurista, ou seja, uma grande artista que vale a pena conhecer o trabalho e usar seus livros na escola.
Eu tive contato com um livro dela quando fazia as oficinas de cordel no Sesc Rio Preto sobre o projeto Rio Preto Poético em parceria com a SME. Esse livro, Lendas e mitos do Brasil em Cordel foi apresentado numa oficina e eu quis um pra mim...
Recomendo o livro e também que deem uma olhada no blog dela: http://nireuda.blogspot.com.br/
Vale muito a pena.
Aqui vai um dos poemas do livro:
A lenda da mandioca
O nome dela era Mani,
índia albina e amada,
que quando jovem morreu,
e foi na oca enterrada.
Ali, nasceu uma planta
de raiz apreciada.
É na nossa culinária
chamada de mandioca.
Tem da brava e da mansa,
macaxeira, alegria da oca.
Com ela se faz o beiju,
goma, farinha, tapioca.
Escola Municipal Dr. Wilson Romano Calil
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Reescrita coletiva: O Boto
O Boto
Uma bela noite de luar, uma índia bonita
estava casando-se com um guerreiro desconhecido. Passando-se os anos eles
tiveram um filho que era um curumim muito alegre.
Um dia a índia percebeu que seu marido
tinha uma cauda de peixe embaixo da saia de penas. E a índia ficou curiosa e perguntou:
___ Que coisa estranha você usa?
Ele respondeu irritado:
___ Isso é o que falta nas pessoas que
se afogam.
Foi embora e nunca mais voltou.
A bela índia chorou muito de tristeza,
chorou tanto que o rio transbordou de água carregando ela e seu filho que
estava em suas costas.
No dia seguinte dois índios que estavam
pescando viram um boto carregando dois cadáveres para a beira do rio. O boto era
o guerreiro desconhecido que carregou o corpo de sua mulher e seu filho.
E é por isso que até hoje os botos levam
para a margem os corpos de quem se afoga nos rios e lagos.
Reescrita coletiva dos alunos do 5º ano
C da lenda lida no livro Lendas e Mitos do Brasil de Theobaldo Miranda Santos
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