Escola Municipal Dr. Wilson Romano Calil

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sábado, 23 de abril de 2016

Ler e Escrever Contos de Mistério: A Misteriosa morte do jornalista

Escrita coletiva usando adjetivos.



A misteriosa morte do jornalista

            Há muito tempo, em um castelo abandonado nas colinas da Transilvânia, havia um vampiro medonho chamado Drácula, que descansava profundamente em um quarto sombrio.
            Sempre ao cair da noite ele saia com sua capa assustadora até uma antiga vila onde morava um curioso jornalista
            Sabendo que o Drácula só atacava a noite, o jornalista esperto resolveu investigar o castelo ao amanhecer. Porém, ele não sabia que o imprevisível Drácula já o esperava em uma armadilha mortal.
            Então, não resistindo à violenta sede de sangue o pobre jornalista faleceu enquanto o Drácula fugiu para sempre. Deixando para trás o corpo do jornalista em um castelo mal assombrado, onde o fantasma espera a volta do seu assassino.

Texto coletivo dos alunos do 5º Ano C, 2016 

Professora: Kelly de Oliveira

Dia do Índio, 2016

Novamente a professora Kelly de Oliveira deu uma aula de história, cultura e relações étnico-raciais para seus alunos do quinto ano C.
Falou sobre a cultura indígena e sobre come a conquista portuguesa afetou a vida dos índios. Falou também de como a miscigenação formou a cultura e sociedade brasileira.
Os alunos do primeiro ano da tarde também puderam desfrutar desta aula.





































Atividades e Textos

PROBLEMINHA, PROBLEMÃO

1) Numa aldeia havia 36 índias adultas, 29 índios adultos, 12 curumins e 9 cunhatãs. Nasceram 4 curumins e 5 cunhatãs. Quantos índios tem na aldeia agora?
  
2) Os índios de uma tribo foram colher frutos e trouxeram para a tribo 153 frutas diferentes. Na hora do almoço todos comeram 67 frutas juntos no centro da aldeia. Quantas frutas restaram para o jantar?
  
3) Naia cantou 7 noites seguidas 25 canções para a Lua. Quantas canções ela cantou no total?
  
4) Peri pescou 7 peixes em um dia, mas 15 no outro e mais 9 no outro. Quantos peixes Peri pescou?
  
5) Numa festa da tribo as 24 índias cozinharam 136 tapiocas cada uma.
Quantas tapiocas tinha na festa?
Se elas derem metade das tapiocas para a tribo vizinha, com quantas tapiocas ficarão?


Danças Circulares

O que são Danças Circulares Sagradas?
As Danças Circulares Sagradas são danças de roda tradicionais de vários países e povos do mundo (cirandas, danças indígenas, africanas, gregas, escocesas, celtas, russas, húngaras, etc.) e também Danças Contemporâneas coreografadas.
Qual a sua aplicação?
São aplicadas para melhorar a qualidade de vida das pessoas e das organizações, integração, motivação, liderança, harmonização, expressão, criatividade, autoconhecimento, intuição, meditação, espiritualidade.
Desde quando existem?
Na verdade sua origem se confunde com a origem da própria Humanidade. Os nossos Ancestrais Índios dançavam nas comemorações, nas guerras, quando as tribos estavam vivendo grandes problemas, para curar doentes, para reverenciar a Natureza.E inclusive uma das mais importantes formas de cura das pessoas enfermas nas tribos Indígenas, ainda nos dias de hoje, são as Danças Circulares, e estas Danças podem se prolongar por vários dias, até a recuperação total do enfermo!
Quem foi o maior precursor das Danças Circulares Sagradas?
Bernhard Wosien, um Coreógrafo e Dançarino alemão, considerado o Pai das Danças Circulares, foi quem as reativou, tendo feito inclusive uma coletânea de Danças em todo o Mundo, na década de 70.


 “Aquele que medita dançando, encontra adensamento de seu ser em um tempo não mais mensurável, no qual a força mágica da roda se manifesta”.
Bernhard Wosien

“A Dança reúne, cura, inclui, unifica, ensina, emociona, transcende. É uma parte essencial da Nova Era. Sua influência pode se expandir e ajudar a transformar o Mundo”.
Anna Barton

“Dançar é se Transformar no silêncio dos passos da Dança, numa roda sem hierarquias e plena de Amor”!
Ana Cecília

Pajelança
O que é, objetivo, ritual indígena de cura, pajé
  Pajelança: ritual indígena de cura

   O que é a pajelança

A pajelança é um ritual de cura realizado pelos índios. Quem realiza este ritual é o pajé (curandeiro e líder espiritual da aldeia). No ritual, o pajé bebe uma espécie de bebida afrodisíaca, conhecida como tafiá e evoca espíritos de ancestrais ou de animais da floresta. Esta evocação serve para pedir orientação no processo de cura do paciente. Algumas ervas e plantas também podem ser usadas durante o ritual. Muitas vezes, o pajé queima algumas plantas ou ervas secas e joga sobre o corpo do paciente.

Durante o ritual, o pajé costuma dançar euforicamente e faz mímicas representando o animal que está incorporando no momento.

A organização social dos índios

Entre os indígenas não há classes sociais como a do homem branco. Todos têm os mesmo direitos e recebem o mesmo tratamento. A terra, por exemplo, pertence a todos e quando um índio caça, costuma dividir com os habitantes de sua tribo. Apenas os instrumentos de trabalho (machado, arcos, flechas, arpões) são de propriedade individual. O trabalho na tribo é realizado por todos, porém possui uma divisão por sexo e idade. As mulheres são responsáveis pela comida, crianças, colheita e plantio. Já os homens da tribo ficam encarregados do trabalho mais pesado: caça, pesca, guerra e derrubada das árvores.

Duas figuras importantes na organização das tribos são o pajé e o cacique. O pajé é o sacerdote da tribo, pois conhece todos os rituais e recebe as mensagens dos deuses. Ele também é o curandeiro, pois conhece todos os chás e ervas para curar doenças. Ele que faz o ritual da pajelança, onde evoca os deuses da floresta e dos ancestrais para ajudar na cura. O cacique, também importante na vida tribal, faz o papel de chefe, pois organiza e orienta os índios.

A educação indígena é bem interessante. Os pequenos índios, conhecidos como curumins, aprender desde pequenos e de forma prática. Costumam observar o que os adultos fazem e vão treinando desde cedo. Quando o pai vai caçar, costuma levar o indiozinho junto para que este aprender. Portanto a educação indígena é bem pratica e vinculada a realidade da vida da tribo indígena. Quando atinge os 13 os 14 anos, o jovem passa por um teste e uma cerimônia para ingressar na vida adulta.

Religião Indígena

Cada nação indígena possuía crenças e rituais religiosos diferenciados. Porém, todas as tribos acreditavam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados. Para estes deuses e espíritos, faziam rituais, cerimônias e festas. O pajé era o responsável por transmitir estes conhecimentos aos habitantes da tribo. Algumas tribos chegavam a enterrar o corpo dos índios em grandes vasos de cerâmica, onde além do cadáver ficavam os objetos pessoais. Isto mostra que estas tribos acreditavam numa vida após a morte.

Principais etnias indígenas brasileiras na atualidade e população estimada

Ticuna (35.000), Guarani (30.000), Caiagangue (25.000), Macuxi (20.000), Terena (16.000), Guajajara (14.000), Xavante (12.000), Ianomâmi (12.000), Pataxó (9.700), Potiguara (7.700).
Fonte: Funai (Fundação Nacional do Índio).

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Cultura Africana: bibliografia recomendada

Bibliografia:


BARBOSA, Rogério Andrade. Contos ao redor da fogueira. Ilustrações: Rui de Oliviera. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

BARBOSA, Rogério Andrade. O filho do vento. Ilustrações: Graça Lima. São Paulo: DCL, 2003.

BARBOSA, Rogério Andrade. Duula, a mulher canibal – Um Conto Africano – Ilustrações: Graça Lima. São Paulo: DCL, 1999.

BARBOSA, Rogério Andrade. O Rei do Mamulengo. Ilustrações: André Neves. São Paulo: FTD, 2003.

DIELTIENS, Kristien. Meu nome é Pomme. Ilustrações: Stefanie De Graef. Tradução: Cristiano Zwiesele do Amaral. São Paulo: Edições SM, 2010.

GAY-PARA, Praline, O Príncipe Corajoso e outras histórias da Etiópia. Ilustrações: Sophie Dutertre. Tradução: Luciano Loprete. São Paulo: Comboio de Corda, 2007.

LODY, Raul. Seis Pequenos Contos Africanos sobre a criação do mundo e do homem. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Pallas, 2009.

MACHADO, Ana Maria. Menina Bonita do Laço de Fita. Ilustrações: Claudios. São Paulo: Ática, 2005.

MEDEARIS, Angela Shelf. Os Sete Novelos – Um conto de Kwanzaa. Ilustrações: Daniel MInter. Tradução: André Jenkino do Carmo. São Paulo: Cosac Naify, 2005.

SANTOS, Joel Rufino dos. Gosto de África, histórias daqui e de lá. Ilustrações: Cláudia Scatamacchia. São Paulo: Global, 1999.

SISTO, Celso. O Casamento da Princesa. Ilustrações: Simone Matias. São Paulo: Prumo, 2009.

SUNNY. Ulomma A casa da beleza e outros contos. Ilustrações: Denise Nascimento. São Paulo: Paulinas, 2006.


África e Brasil